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SIMDE e DESEG recebem Comandante de Defesa Cibernética para uma Reunião Plenária Conjunta


Esquerda para direita: General de Exército Modesto; Carlos Rust da Rusticom, empresa associada ao SIMDE; General de Divisão Alan; Rony Vainzof, Diretor do DESEG da FIESP; Clara Martinolli, Gerente do DESEG da FIESP; Osvaldo Maia, Assessor da Diretoria Regional do SENAI-SP; e José Cláudio Manesco, Vice-Presidente executivo do SIMDE.


O Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (SIMDE) e o Departamento de Defesa e Segurança da FIESP (DESEG), receberam nesta quarta-feira (05/07), o General de Divisão Alan Denilson Lima Costa, Comandante de Defesa Cibernética, para uma Reunião Plenária Conjunta. O evento foi realizado de maneira híbrida, com convidados presentes na Escola SENAI de Informática, em São Caetano do Sul, e por videoconferência.


Durante a reunião especialistas em segurança cibernética discutiram a necessidade urgente de incluir a defesa e segurança cibernética nas estratégias dos países. O General Div. Alan Denilson Lima Costa, Comandante de Defesa Cibernética, destacou a relevância do Exercício Guardião Cibernético e do Cyberlab da Escola SENAI de Informática como medidas cruciais nesse contexto.


Segundo o Global Cybersecurity Outlook 2023, relatório divulgado durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, líderes mundiais e especialistas em segurança cibernética estão alarmados com a possibilidade de uma grande catástrofe cibernética nos próximos dois anos, caso medidas efetivas de defesa não sejam implementadas. O relatório apresenta algumas preocupações relevantes:


  • 86% dos líderes mundiais e 93% dos especialistas em segurança cibernética acreditam que as próximas trincheiras serão virtuais, destacando a crescente importância da defesa cibernética em um mundo cada vez mais conectado;

  • A defasagem de habilidades digitais é apontada como um ponto crítico que pode comprometer o ecossistema de segurança cibernética;

  • Setores chave, como os serviços públicos de energia, enfrentam uma falta de habilidades necessárias para proteger as operações das empresas, com quase 25% dos especialistas em segurança cibernética afirmando não possuir tais habilidades;

  • A expectativa é de que ocorram tentativas mais frequentes de interrupção de serviços críticos, com possíveis ataques direcionados aos setores de agricultura e água, sistemas financeiros, segurança pública, transporte, energia e infraestrutura de comunicação.

Diante desse cenário desafiador, o Exercício Guardião Cibernético tem se destacado como uma iniciativa fundamental para fortalecer a segurança e a defesa cibernética no Brasil. Iniciado em 2018, o exercício agora envolve diversos setores, como transporte, água, energia, comunicações, financeiro e nuclear, proporcionando um ambiente propício para a troca de experiências e o networking entre empresas.


Durante a reunião plenária, o General Div. Alan Denilson Lima Costa, Comandante de Defesa Cibernética, ressaltou a importância do Exercício Guardião. Além do Exercício Guardião, o Cyberlab da Escola SENAI de Informática foi destacado como um dos laboratórios mais preparados e equipados do Brasil para a execução de exercícios de ataque e defesa, gestão de crises, simulação de incidentes, entre outros. A infraestrutura do Cyberlab oferece um ambiente controlado e seguro para o desenvolvimento de competências na área de segurança cibernética, contribuindo para suprir a defasagem de habilidades digitais mencionada no relatório do Global Cybersecurity Outlook 2023.


A reunião plenária contou com a participação do General de Exército Modesto, Carlos Rust, da Rusticom (empresa associada ao SIMDE), General de Divisão Alan, Rony Vainzof, Diretor do DESEG da FIESP, Clara Martinolli, Gerente do DESEG da FIESP , Oswaldo Lahoz Maia, Assessor da Diretoria Regional do SENAI-SP, José Cláudio Manesco, Vice-Presidente executivo do SIMDE, André Roncolato, Diretor do SIMDE, e o Vice-Presidente de Relações Institucionais, Brigadeiro Veterano Nilson Soilet Carminati.


Com o aumento dos riscos cibernéticos e a iminência de uma catástrofe cibernética, a discussão e ações relacionadas à segurança e defesa cibernética tornam-se cada vez mais cruciais. Através de iniciativas como o Exercício Guardião Cibernético e o Cyberlab, o Brasil busca fortalecer sua capacidade de enfrentar os desafios e proteger seus sistemas digitais, garantindo a segurança de setores-chave da economia e da sociedade como um todo.




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