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SIMDES acompanha incorporação da Fragata “Tamandaré” à Marinha do Brasil

  • 28 de abr.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 29 de abr.

Presidente do SIMDES, Frederico Aguiar, e o Vice-Presidente Executivo do sindicato, Vice-Almirante Veterano Edesio Teixeira Lima Junior.
Presidente do SIMDES, Frederico Aguiar, e o Vice-Presidente Executivo do sindicato, Vice-Almirante Veterano Edesio Teixeira Lima Junior.

O Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (SIMDES) esteve presente na cerimônia de incorporação da Fragata “Tamandaré” (F200) à Esquadra brasileira, realizada no dia 24 de abril, na Base Naval do Rio de Janeiro (RJ). A entidade foi representada por seu presidente, Frederico Aguiar, e por seu vice-presidente executivo, Vice-Almirante Veterano Edesio Teixeira Lima Junior.

 

A incorporação ocorreu durante a Cerimônia de Mostra de Armamento, que marcou a transferência do navio para o setor operativo da Marinha do Brasil. A Fragata “Tamandaré” havia chegado ao Rio de Janeiro dias antes, após ser construída em Itajaí (SC), etapa que simbolizou a conclusão do processo de construção do primeiro navio do Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT).

 

Durante a solenidade, foi assinado o Termo de Armamento, formalizando a incorporação da embarcação à Armada, seguido do descerramento da placa de incorporação e do hasteamento do Pavilhão Nacional e da Bandeira do Cruzeiro a bordo. A cerimônia também marcou a investidura do Capitão de Fragata Gustavo Cabral Thomé como comandante do navio.

 

Primeira de um lote de quatro fragatas, a F200 é resultado da parceria entre a Marinha do Brasil e a Sociedade de Propósito Específico Águas Azuis, formada por TKMS, Embraer Defesa e Segurança e Atech, sob gestão da EMGEPRON. Construída integralmente no País, a embarcação combina transferência de tecnologia com elevado índice de conteúdo nacional, contribuindo para o fortalecimento da indústria naval e da Base Industrial de Defesa e Segurança.

 


A incorporação ocorre em um contexto de ampliação das capacidades operacionais da Esquadra, incluindo o emprego de sistemas desenvolvidos no Brasil e o avanço de projetos estratégicos voltados à defesa marítima. O programa também prevê a continuidade da construção de novas unidades, consolidando a capacidade nacional em projetos de alta complexidade e garantindo a modernização progressiva da Força Naval.


Imagens: Marinha do Brasil



 
 
 

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