top of page

SIMDES e FIESP realizam Reunião Plenária Conjunta com Comandante de Defesa Cibernética

  • há 7 horas
  • 3 min de leitura
Da esquerda para direita: General R/1 Francisco Carlos Modesto, do Comando Militar do Sudeste (CMSE); Embaixador Nelson Antonio Tabajara de Oliveira, Chefe da Representação do Ministério das Relações Exteriores em São Paulo; General de Divisão Jacy Barbosa Júnior, Comandante de Defesa Cibernética (ComDCiber); Frederico Aguiar, Presidente do SIMDES e Diretor Titular do DESEG da FIESP; Professor Ricardo Terra, Diretor Regional do Senai-SP; Dagmar Cupaiolo, vice-presidente da FIESP e diretor titular adjunto do DESEG; e Antonio Carlos Prado Batista Costa, superintendente de Desenvolvimento da FIESP.
Da esquerda para direita: General R/1 Francisco Carlos Modesto, do Comando Militar do Sudeste (CMSE); Embaixador Nelson Antonio Tabajara de Oliveira, Chefe da Representação do Ministério das Relações Exteriores em São Paulo; General de Divisão Jacy Barbosa Júnior, Comandante de Defesa Cibernética (ComDCiber); Frederico Aguiar, Presidente do SIMDES e Diretor Titular do DESEG da FIESP; Professor Ricardo Terra, Diretor Regional do Senai-SP; Dagmar Cupaiolo, vice-presidente da FIESP e diretor titular adjunto do DESEG; e Antonio Carlos Prado Batista Costa, superintendente de Desenvolvimento da FIESP.

Na terça-feira (09/06), o Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (SIMDES) e o Departamento de Defesa e Segurança (DESEG) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) realizaram, na sede da Federação, uma reunião plenária conjunta com a participação do General de Divisão Jacy Barbosa Júnior, Comandante de Defesa Cibernética (ComDCiber). O encontro reuniu representantes da indústria, especialistas e autoridades para debater os desafios da segurança cibernética nacional e a realização do Exercício Guardião Cibernético (EGC) 8.0 - Hub São Paulo.

 

A abertura da reunião foi conduzida pelo presidente do SIMDES e diretor titular do DESEG, Frederico Aguiar, que destacou a crescente dependência da sociedade e da economia de ambientes digitais e os impactos que vulnerabilidades cibernéticas podem causar em setores estratégicos como energia, telecomunicações, transportes, finanças, saúde, defesa e segurança. Em sua fala, ressaltou a importância da integração entre governo, indústria, academia e instituições de defesa para o fortalecimento da resiliência cibernética nacional.

 

Durante a abertura, também foi formalizado o acordo de cooperação entre a FIESP, o SENAI-SP e o Comando de Defesa Cibernética, iniciativa que viabilizará a realização do Exercício Guardião Cibernético 8.0 – Hub São Paulo. O exercício será realizado entre os dias 21 e 25 de setembro, no CyberLab da unidade SENAI Paulo Skaf, ampliando a participação da indústria paulista em um dos principais treinamentos de defesa cibernética do hemisfério sul.

 


Em sua apresentação, o General de Divisão Jacy Barbosa Júnior explicou que a defesa cibernética tornou-se um tema estratégico para a segurança nacional diante da crescente digitalização das atividades econômicas e governamentais. Segundo ele, os ataques cibernéticos evoluíram em sofisticação e podem comprometer desde operações empresariais até infraestruturas críticas essenciais ao funcionamento do país, exigindo uma atuação coordenada entre setor público e iniciativa privada.

 

O comandante destacou que o Exercício Guardião Cibernético surgiu justamente para promover essa integração. Realizado anualmente pelo Ministério da Defesa, o treinamento reúne instituições públicas e privadas, operadores de infraestruturas críticas, academia e Forças Armadas em simulações voltadas ao aperfeiçoamento da prevenção, detecção e resposta a incidentes cibernéticos. A edição de 2026 deverá contar com mais de 240 organizações participantes em todo o país, distribuídas entre o hub central, em Brasília, e polos regionais em São Paulo, Curitiba, Recife, Belém, Manaus e Rio de Janeiro.

 

Ao longo da exposição, o General Barbosa apresentou a dinâmica do exercício, que combina simulações de crises, atividades colaborativas e treinamentos técnicos voltados à tomada de decisão em cenários de ataques cibernéticos. Segundo ele, o principal objetivo não é apenas o aprimoramento tecnológico, mas o fortalecimento da cooperação entre diferentes setores, permitindo que empresas, governo e instituições compartilhem experiências e desenvolvam respostas coordenadas para ameaças cada vez mais complexas.

 

Outro ponto abordado foi a ampliação do foco das ações de defesa cibernética para além das infraestruturas críticas tradicionais. O comandante ressaltou que as cadeias de suprimento e os fornecedores passaram a ser alvos frequentes de ataques, o que torna fundamental a participação da indústria nos esforços de proteção digital. Nesse contexto, destacou que o fortalecimento da segurança cibernética depende da construção de um ambiente colaborativo, capaz de aumentar a resiliência de todo o ecossistema produtivo nacional.

 

A reunião foi encerrada com um debate entre os participantes sobre os desafios da transformação digital, proteção de dados, capacitação de profissionais e fortalecimento das capacidades nacionais de defesa cibernética. O SIMDES também esteve representado na ocasião pelo Diretor de Relações Institucionais, Major-Brigadeiro Veterano Nilson Soilet Carminati, e por seu Diretor, Carlos Rust.


Imagens | FIESP

 
 
 

Comentários


bottom of page