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SIMDES e Marinha firmam Protocolo de Intenções para fortalecer inovação na Defesa

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Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, Diretor-Geral da DGDNTM, e Frederico Aguiar, Presidente do SIMDES
Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, Diretor-Geral da DGDNTM, e Frederico Aguiar, Presidente do SIMDES

Na terça-feira, dia 17 de março, o Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (SIMDES) e a Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM) firmaram um Protocolo de Intenções voltado à ampliação da cooperação em pesquisa, desenvolvimento e inovação em áreas estratégicas da Defesa.

 

Assinado pelo Diretor-Geral da DGDNTM, Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, e pelo Presidente do SIMDE, Frederico Aguiar, o acordo estabelece diretrizes para fortalecer a integração entre instituições científicas, tecnológicas e empresas da Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS), com foco na autonomia tecnológica nacional.

 

O Protocolo define as bases para o desenvolvimento de ações conjuntas, programas e projetos de interesse comum, prevendo a identificação de oportunidades de cooperação industrial, o intercâmbio técnico-científico e a realização de eventos especializados. As iniciativas decorrentes deverão ser formalizadas por instrumentos específicos, com metas e responsabilidades definidas.

 

O instrumento não prevê transferência de recursos financeiros entre as partes e estabelece mecanismos de gestão compartilhada, com possibilidade de criação de grupos de trabalho e comitês técnicos. Também reforça o compromisso com a proteção de informações estratégicas e com a adequada definição de direitos de propriedade intelectual nos projetos desenvolvidos.

 

Também presente, o Vice-Presidente Executivo do SIMDE, Vice-Almirante (RM1-IM) Edesio Teixeira Lima Júnior, enfatizou que a integração entre governo, indústria e sociedade é condição para reduzir vulnerabilidades tecnológicas e posicionar o Brasil de forma mais competitiva no cenário global. Com vigência inicial de dois anos, a parceria reforça a importância da integração entre governo, indústria e instituições científicas para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa e Segurança e para o avanço das capacidades tecnológicas do país.



 
 
 

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